Atleta de Mato Grosso do Sul faz história em Mococa!

Entre os dias 10 e 12 de outubro de 2019 19 Seleções, sendo 3 Estrangeiras, participaram do Campeonato Internacional Infantil E Juvenil de Natação – Troféu Chico Piscina na cidade de Mococa interior de São Paulo.
A delegação de Mato Grosso do Sul contou com a participação de 7 atletas, sendo 3 meninas, uma Infantil e duas Juvenis, e 4 meninos, dois Infantis e dois Juvenis, que marcaram presença na competição
A atleta Letícia Cirilo, categoria Infantil, ficou em 13º Lugar nos 50m Livre com o tempo 29:22 seg
e em 11º Lugar nos 100m Costas com 01:12:65 min
O atleta Leonardo Oshiro, categoria Infantil, ficou em 14º Lugar nos 100m Peito com o tempo de
01:14:95 min
Também nos 100m Peito, o atleta Lorenzo Cunha, categoria Juvenil, ficou como 2º Reserva (10º
Lugar) com o tempo de 01:09:14 min
Guilherme Sperandio, categoria Juvenil, ficou com a 14ª posição nos 200m Livre com o tempo de 02:00:92 min, e como 2º Reserva (10º Lugar) nos 400m Livre com o tempo de 04:15:09 min.
A primeira finalista foi Maria Eduarda Biacio, categoria Juvenil, que se classificou nos 100m Peito
no primeiro dia de prova e ficou em 8º Lugar com o tempo de 01:18:93 min.
Já Julia Freitas, categoria Juvenil, nos 400m Livre ficou como 1º Reserva (9º Lugar) com o tempo
de 04:43:11 min, nos 200m Medley foi classificada para a final ficando em 8º Lugar com o tempo
de 02:32:98 min e nos 100m Costas foi classificada para a final e conquistou o 4º Lugar com o tempo de 01:08:95 min, apenas 13 centésimos de segundo atrás da 3ª colocada.
O grande destaque da Seleção foi Sammer Abdallah que participou de três provas e subiu ao pódio
3 vezes. Nos 50m Livre ficou com a Prata com o tempo de 25:30 seg apenas 11 centésimos atrás do
1º colocado. No segundo dia conquistou mais uma Prata nos 200m Livre com o tempo de 01:58:84.
No terceiro dia de competição Sammer fechou literalmente com chave de ouro sua participação na competição ficando em 1º e subindo ao lugar mais alto do pódio com o tempo de 54:77 seg.
Sammer Abdallah é o primeiro Sul Matogrossense a conquistar três medalhas em uma só edição do
Troféu Chico Piscina!
No quadro geral de pontuação a Seleção de Mato Grosso do Sul, com apenas 7 atletas, ficou em 11º
Lugar em um total de 19 seleções.
A Delegação do Estado, com o apoio da Fundesporte, ainda contou com a participação dos Técnicos
Cássio Castro e José Gehilson e dos diretores da FEDAMS Sammer Abdallah e Vantuil Freitas. O
Árbitro Ulisses Neto foi nosso representante na Equipe de Arbitragem do evento tendo a
oportunidade de participar de uma competição Internacional e trazer uma bagagem de experiência
que poderá ser repassada aos demais árbitros.

 

Alex Pussieldi comenta sobre o Torneio Centro-Oeste no BLOG DO COACH

O sucesso do Torneio Centro-Oeste 2019 obteve repercussão nacional e recebeu uma matéria com o grande Alex Pussieldi no SPORTV (BLOG DO COACH).

Acompanhe:

https://sportv.globo.com/site/blogs/blog-do-coach/post/2019/10/06/uni-evangelica-campea-do-centro-oeste-nao-radio-clube-nao-uni-evangelica.ghtml

 

 

Super Time de Árbitros

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Além dos atletas dos 22 clubes participantes havia outra super equipe dando o melhor no Torneio Centro-Oeste de Natação Infantil a Sênior, no Rádio Clube. O super time de árbitros escalados para a competição. O grupo era composto de 25 a 30 árbitros em sistema de escala, pois as provas ocorreram de manhã e à tarde. 

O coordenador do grupo de arbitragem da competição, Ulisses Lima Almeida Neto, conta que a cada um dos árbitros é delegado um tipo de função.  “Um vai cuidar durante o nado, um vai cuidar da virada outro vai pegar o tempo pra fazer valer toda regra da FINA (Federação Internacional de Natação) pra poder ser uma competição oficial, esse é o nosso trabalho, fazer correr de forma justa pra todos”, esclarece.

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Cada estilo de nado e cada prova pede uma particularidade. Desde a posição do corpo até com o estilo de braçada a arbitragem precisa ficar atenta.  O sistema de escala e rodízio foi feito de modo que cada um pudesse atuar em funções diferentes para ampliar o conhecimento de toda a competição. 

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Para torna-se árbitro de natação é preciso fazer um curso, organizado pela Federação de Desportos Aquáticos de Mato Grosso do Sul (FEDAMS) e participar de uma capacitação nacional, promovida pela Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA). 

Nesse ano foram realizadas duas capacitações regionais no Estado. Uma em Campo Grande, com 80 participantes e outra em Corumbá, com 50. Um curso promovido pela CBDA foi feito em Campo Grande com a presença de Daniel Schneider, uma das maiores autoridades no assunto. Para esse ano não estão previstos mais cursos, mas as capacitações sempre são divulgadas pela página da FEDAMS. 

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E para ser árbitro engana-se que é preciso ser um ex- atleta. Basta ter interesse e motivação em fazer o melhor. “Tem muitos que viu, divulgou, viu na faculdade, tem divulgação nas faculdades principalmente de educação física, mas tem pessoas de outros cursos fazendo. Um dos nossos árbitros faz Tecnologia da Informação e mexe com computador”, comenta Ulisses. A maioria dos árbitros atuantes no Torneio Centro-Oeste de Natação possui o certificado nacional concedido pela CBDA. 

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Mãe de atleta 

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Se ser mãe é padecer no paraíso, ser mãe de atleta é ir um pouco mais além. No Torneio Centro-Oeste de Natação muitos pais vieram acompanhar os nadadores e não se importaram com a distância. 

Kátia Viçosa é ex- atleta de natação e já conhecia Campo Grande por ter vindo à cidade para competir quando era adolescente. Mãe de Luna Viçosa, da equipe AABB de Brasília, ela viu a filha deixar a ginástica artística e apaixonar-se pela natação. 

Há dois anos ela treina natação e começou a competir recentemente no estilo borboleta. Apesar de ser ex- atleta, Kátia diz que pouco influenciou na decisão da filha de trocar de esporte. “É uma escolha dela e ela decidiu que ia ser nadadora. Um pouco tarde, mas graças a Deus despontou algumas coisa e como eu já fui nadadora eu sei o quanto maravilhoso é esse esporte, como faz bem, é saudável e esse nado competitivo também, porque eu vivi isso e curto muito isso”, disse.

Como mãe da atleta visitou cidades como São Paulo, Natal, Espírito Santo, Santos, Belo Horizonte e Anápolis em competições como Jogos Escolares, Torneio Centro-Oeste e Campeonato Brasileiro. Para bancar tantas viagens é “paitrocínio” mesmo, pois muitas vezes teve que arcar com hospedagem e alimentação. O clube AABB Brasília ajuda pagando as passagens. 

Maurícia Almeida veio ainda de mais longe. Percorreu 1.100km de Lucas do Rio Verde (MT) de ônibus para chegar a Campo Grande. Ela veio acompanhar a filha Thaís de 15 anos, integrante da equipe “Nós Podemos Nadar”. Foi a primeira longa viagem que fez para ver a atleta competindo. Como a equipe faz parte de um projeto mantido pela Secretaria Municipal de Educação, ela conseguiu recursos para custear as despesas da viagem. “Graças a Deus em Lucas, os empresários entendem a necessidade essa necessidade, eles ajudam muito, a prefeitura colabora muito também então nessa questão não fica tão pesada, mas a gente tem que correr um pouquinho atrás”, comenta.

Thaís nadou a prova de 200m borboleta e conseguiu o pódio. Ninguém na família pratica natação e por ser a única, Maurícia não deixa as emoções de lado na hora da torcida.  “O coração fica a mil, às vezes o professor fica olhando ela e me cuidando porque o meu coração parece que vai sair, eu não sei da onde ela tirou essa vocação. Quando o pai vem também quer entrar na piscina junto com ela. Não sei da onde ela tirou isso e ela falou ‘mãe, eu quero fazer e veio’, se jogou, veio de cabeça. O tempo todo o coração a mil, a gente tá lá junto com ela, vive cada momento junto com ela”, vibra a mãe coruja. 

 

A voz da Natação: Rodolfo Carneiro 

A natação tem voz. E há 10 anos, Rodolfo Carneiro empresta a dele para narrar competições do esporte Brasil afora. Desde 2013 atua como locutor oficial da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA). 

Advogado por formação,  largou o ofício para cumprir a rotina de viagens. No currículo já narrou os Jogos da Juventude pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB), os Jogos Olímpicos e Jogos Paralímpicos. A advocacia teve mesmo que ficar em segundo plano. 

Além da narrativa na natação, participou de outros eventos esportivos como o Campeonato Brasileiro Interclubes de Voleibol no Rio Janeiro, Polo Aquático e nados artísticos (antigo nado sincronizado). 

O pai dele também fazia locução e hoje, Rodolfo Carneiro, acredita que a natação é mais valorizada e divulgada. Por isso, muitos conhecem a profissão de locutor de provas especialmente com a participação brasileira em competições internacionais e mundiais. 

 “A natação, os esportes aquáticos, são bastante difundidos quando tem campeonatos mundiais e jogos Olímpicos. Então eles (o público) sabem que existe uma locução de piscina, mas as pessoas não conseguem escutar porque o filtro da televisão ele consegue barrar o som da piscina, mas o pessoal do estádio sabe que existe um locutor de piscina para manter informado todo mundo sobre o que tá acontecendo , premiação (…). Às vezes quando o filtro da televisão não consegue barrar o som, você consegue entender e ouvir que existe um cara ali que tá controlando e dando andamento pro show que é o esporte”, explica.

No Torneio Centro-Oeste de Natação Infantil a Sênior, no Rádio Clube em Campo Grande, a voz do Rodolfo foi o que deu o tom no início de cada prova, nas premiações e nos intervalos. A voz do locutor era intercalada com uma playlist de músicas variadas.

Para entreter o público é preciso dom e não requer uma preparação específica. “Essas coisas não tem muito o quê ensinar, isso é um dom que você tem. Ou você sabe, ou você não sabe. Não adianta eu chegar aqui e pegar uma pessoa estranha e dizer: ‘senta aí na cadeira e toca o bonde’. Se o cara tiver o dom ele vai continuar e vai aprender, parabéns pra ele. Mas se não tiver dom não adianta você só com dicas daqui, dicas ali, você vai conseguir fazer um trabalho legal, mas não vai fazer o que você tá predisposto a fazer que é entreter o pessoal e fazer o show e tocar a competição como ela deve ser, sem problema nenhum”. 

Apesar de estar há anos na estrada, Rodolfo Carneiro destaca o ineditismo de cada evento. “Hoje de manhã, por exemplo, na segunda etapa eu me diverti muito eu me divirto muito em todas as competições. Nenhuma é igual a outra”, destaca. 

Maior Torneio da Região

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O Torneio Centro-Oeste de Natação é a maior competição da região para técnicos e atletas. Mais de 300 competidores disputam as medalhas nas piscinas do Rádio Clube. Das 224 provas, 99 haviam sido concluídas e 28 recordes foram quebrados. Até o último dia mais tempos serão quebrados. 

O grupo do Clube Aquanaii ,do Distrito Federal, veio com a meta de ficar entre os três melhores clubes. O técnico, Antônio Henrique Barbosa, está com a nova equipe há cinco anos. “Esse é o principal torneio de equipe e a competição trabalha todo o grupo para representar da melhor forma o nosso time”, destaca. 

O Torneio é considerado estratégico por ficar no meio de um ciclo de competições previstas ao longo do ano. “Nos nossos ciclos a gente prepara os nossos atletas para os campeonatos brasileiros, os campeonatos internacionais então é uma competição muito estratégica dentro do nosso planejamento”. 

 São 23 atletas e alguns vieram para conseguir o índice técnico obrigatório para participação do Campeonato Brasileiro. Para o técnico da FUNEC, de Corumbá, Antônio Gomes, conseguir o índice é fruto do trabalho desenvolvido ao longo do ano. “É uma consequência em relação aos treinamentos, se tá treinando bem ele sempre fica naquela expectativa de conseguir o índice”, explica. 

Para o treinador, também é uma competição de alto nível.  “É uma competição que pede muito do atleta, são batidos vários recordes e exige um pouco mais”, disse o comandante da FUNEC, que veio para Campo Grande com 4 atletas. 

Ana Clara Higa, técnica da equipe da Funlec há 15 anos, começou com a turma mirim e há 10 anos ingressou no treinamento das outras categorias. Uma das poucas mulheres treinadoras do meio, ela acredita que o diferencial de ser uma escola, influencia pouco nos resultados, devido ao empenho dos atletas. “A gente se dedica, está sempre estudando, a gente como escola é diferente de um clube. Os grandes clubes tem treino de madrugada treina dois períodos, a ajuda é diferente, a gente é uma escola e como escola estamos hiper bem”, argumenta. 

 Dos 10 atletas, 8 são iniciantes e participam pela primeira vez de uma grande competição. O fato de ser uma das poucas treinadoras do meio não incomoda Ana Carla.  “Sempre tem alguém (aluno) despontando e eu como mulher a gente gosta do que faz, começa desde a escolinha, põe o guri pra começar a competir e eles vão continuando, isso é lindo. Eu gosto, a gente tá sempre no meio. Esse ano no Congresso só tinha eu de mulher, mas tranquilo, vamos indo”, comenta. 

Para Dênis Diniz, treinador da Univangélica, de Anápolis (GO), uma das metas nesse segundo semestre é conseguir colocar a equipe no pódio. “É uma competição muito importante da qual os atletas vêm motivados. A nossa equipe foi campeã por 6 vezes, esse ano estamos aqui tentando ver se a gente consegue o título e o objetivo é esse”, define.

Dos 40 atletas participantes, muitos já conseguiram o índice para participar do Campeonato Brasileiro e as provas servirão como índice de avaliação. “O aperfeiçoamento de detalhes de virada, de saída e continuidade de condicionamento”, finaliza. 

 

 

 

Torneio Centro-Oeste recebe visita de autoridades

 

No segundo dia de competições (27), o Torneio Centro-Oeste de Natação Infantil a Sênior recebeu a visita da Ministra da Agricultura, Tereza Cristina; do deputado estadual, José Carlos Barbosa, Barbosinha e do diretor-presidente da Fundação Municipal de Esporte, Rodrigo Terra. 

Na oportunidade, a ministra falou que estão 90% concluídas as tratativas para trazer uma piscina olímpica para Campo Grande e que é preciso torcer. A piscina é fruto do legado olímpico dos jogos realizados no Rio de Janeiro. 

O extinto  Ministério dos Esportes, hoje é uma secretaria especial dentro do Ministério da Cidadania, comandado por Osmar Terra, com quem a ministra Tereza Cristina tem bom relacionamento. Desde o anúncio da cedência da piscina olímpica ela reivindica a possibilidade da estrutura ser montada na Capital. 

O prefeito de Campo Grande, Marcos Trad, confirmou essa possibilidade e pleiteia junto à Caixa Econômica Federal R$ 10 milhões necessários para a instalação da piscina. A estrutura seria montada no Parque Ayrton Senna. 

Com isso, Campo Grande passaria a ter uma piscina de 50m, ideal para ser utilizada em campeonatos nacionais e internacionais. 

O Torneio Centro-Oeste de Natação Infantil a Sênior acontece no Rádio Clube cidade. A realização do evento é da Federação de Desportos Aquáticos de Mato Grosso do Sul (FEDAMS), da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA) com apoio da Fundesporte, Funesp, Rádio Clube, Unigran e Sanesul.

 

Capitão Rampazzo recebe homenagem da FEDAMS

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Nascido em Hortolândia, Clóvis Rampazzo, o Capitão Rampazzo chegou em Mato Grosso do Sul em 1968. Começou a trabalhar com natação no Clube União dos Sargentos quando o filho mais velho começou a competir aos 10 anos, a partir de 1984.. Por 8 anos presidiu a Federação dos Desportos Aquáticos de Mato Grosso do Sul (FEDAMS) em uma época de pouca divulgação do esporte, quando o Mato Grosso ainda era uno. 

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Capitão Rampazzo fez historia. Ajudou a organizar competições como o Torneio Centro- Oeste na piscina da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) e no Tênis Clube. 

Ajudou na formação de um seleto grupo de atletas, hoje técnicos, professores e entusiastas do esporte. Nomes como José Gehilson da Silva (técnico do Rádio Clube); Marcella César Gomes Marcellino (medalhista no Campeonato Brasileiro); Luis Cristaldo (medalha de prata no Campeonato Brasileiro); Durval Barbosa (técnico do Rádio Clube) e Luiz Naime (diretor de esporte do Rádio Clube) conheceram de perto o trabalho do Capitão. Com a seleção de natação de MS foi até as regiões de Goiânia (GO) , Brasília (DF) e Cuiabá (MT). No posto de diretor do Clube União dos Sargentos levou a equipe para Curitiba e Maringá (PR) por duas vezes e para Cuiabá. 

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“Competição é um esporte muito duro. O atleta tem que ficar vendo fundo de piscina todo dia. É um treinamento puxado, não é pra todo mundo. O que animava eles pra treinar era a competição então a gente tinha que viajar. Quase todo mês a gente fazia uma viagem” , disse. Quando não ia para outros estados sempre marcava presença em cidades do interior de MS como Corumbá e Dourados. 

“Pra conseguir ônibus pra essas viagens era uma luta, meu Deus do céu. Teve dia que eu consegui o ônibus na véspera da viagem. A gente ia pra Brasília E conseguimos na véspera”, relembra o Capitão. 

No intervalo de tantas competições, conheceu pessoalmente o ícone da natação feminina no Brasil, Maria Lenk. “Ela nadava todos os dias. Ela chegava na piscina, antes da competição ela ia lá, nadava tal, ai trocava de roupa e vinha. Simples de tudo ela”

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Já naquele período, tirar dinheiro do próprio bolso era normal. Em retorno de viagem de Goiânia, foram parados em uma barreira do posto da Polícia Rodoviária Federal e tiveram de almoçar na estrada, mas e o dinheiro? “Não tinha dinheiro para bancar o almoço das crianças. Tive que dar um cheque. Depois fui cobrir. Dificuldades têm sempre só não tem dificuldade quem não trabalha, quem trabalha vai encontrar dificuldades e desafios”, declara. 

Para conseguir recursos fazia carreteiro, baile e churrasco. Ajudou na criação da Associação de Pais e Amigos do Clube União dos Sargentos e trabalhava nos eventos esportivos.   “Ás vezes eu era anunciador, trabalhava como cronometrista, me envolvia”, diz com um sorriso persistente.  

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Pai de 5 filhos, sendo 4 deles nadadores, Capitão Rampazzo, hoje tem 75 anos, 8 dedicados à natação. E havia motivação: “O que me cativava e valia a minha dedicação é o fato de que quem pratica natação não tem vício. Não dá pra conciliar cigarro, bebida com natação. Então a gente sabia que tava formando uma geração sadia”. 

Pela própria saúde, pratica natação há 3 anos, pelo menos 3 vezes na semana. 

Os frutos de Clóvis Rampazzo permanecem florescendo na natação. O filho, Alexandre, está inscrito no Torneio Centro-Oeste de Clubes Infantil a Sênior, com início nessa quinta-feira, no Rádio Clube. Marcella César Gomes Marcellino também irá participar da competição. 

Pelos anos de dedicação à natação sul-mato-grossense, Capitão Rampazzo é o  homenageado na solenidade de abertura do evento.  

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Atletas de 22 clubes disputam Centro-Oeste de Natação em Campo Grande

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Organizado pela Federação de Desportos Aquáticos de Mato Grosso do Sul (FEDAMS) e pela Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA) o Torneio Centro-Oeste de Clubes Infantil a Sênior do 2º semestre de 2019 começa nessa quinta-feira (26) a partir das 16hs no Rádio Clube, na Capital.

São 287 atletas inscritos para competir nas 224 provas na piscina de 25m. Participam do evento nadadores de 22 clubes sendo 6 de Mato Grosso do Sul, 6 de Mato Grosso, 5 de Goiás, 4 do Distrito Federal e 1 do Rio de Janeiro.

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A maior equipe é a do Rádio Clube com 53 nadadores. Em seguida vem a equipe do “Nós Podemos Nadar” da cidade de Lucas do Rio Verde (MT). São 33 crianças e adolescentes mantidas pelo projeto social, existente há mais de 20 anos naquele município.

Eltron Moreira é treinador no projeto há cinco anos. A iniciativa é mantida pela Secretaria de Educação da Prefeitura de Lucas do Rio Verde. Os meninos e meninas enfrentarão um dia inteiro de viagem até Campo Grande. Para muitos, será a primeira competição a nível nacional. O projeto social trabalha com atletas desde a iniciação até o alto rendimento. O técnico explica que as participações dos atletas limitavam-se às etapas regionais e eles virão para a Capital em busca de mais resultados.  “A gente procura trabalhar com a criança a própria meta, então é ele superar o próprio limite, o próprio tempo, recorde, é essa a nossa metodologia de trabalho. Nós trabalhamos para que o aluno se supere, não supere ao seu adversário ou ao seu colega, ele tem que superar a si mesmo”, destaca Eltron Moreira. A maior parte da equipe vai nadar na categoria Infantil I e II.

O Torneio do Centro- Oeste é uma etapa importante para eventos maiores. “É uma das competições que serve de preparativo para o pessoal conseguir índices para o Campeonato Brasileiro”, disse Marcelo Vargas, presidente da Fedams. Incluindo atletas, técnicos, pais e apoiadores a competição vai movimentar de 650 a 700 pessoas.

Representarão o Estado, 102 atletas de 3 clubes de Campo Grande (Associação Atlética Banco do Brasil/Uniderp, FUNLEC e Rádio Clube); e de Corumbá (Fundação de Esportes de Corumbá- FUNEC/Corumbá), Jardim (Associação de Pais e Amigos da Cia. Atlética de Jadim- APANJ)  e Maracaju (Associação Aquática Maracajuense).

A realização do evento é da Federação de Desportos Aquáticos de Mato Grosso do Sul (FEDAMS), da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA) com apoio da Fundesporte, Funesp, Rádio Clube, Unigran e Sanesul.

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Acompanhe a matéria do Centro-oeste no SporTV:

https://sportv.globo.com/site/blogs/blog-do-coach/post/2019/10/06/uni-evangelica-campea-do-centro-oeste-nao-radio-clube-nao-uni-evangelica.ghtml

Confira a programação:

DIA 26/09/2019 – Quinta-feira:

08h às 11h – Piscina liberada para treinamento 14h às 15h50 – Aquecimento da 1ª etapa 16h – Solenidade Inaugural

16h15 – Início da 1ª etapa

DIA 27/09/2019 – Sexta-feira:

07h30 às 08h20 – Aquecimento da 2ª etapa

08h30 – Início da 2ª etapa

14h30 às 15h20 – Aquecimento da 3ª etapa

15h30 – Início da 3ª etapa

DIA 28/09/2019 – Sábado:

07h30 às 08h20 – Aquecimento da 4ª etapa

08h30 – Início da 4ª etapa

14h30 às 15h20 – Aquecimento da 5ª etapa

15h30 – Início da 5ª etapa e após, entrega das premiações

FEDAMS realiza Torneio Centro-Oeste de Natação no Rádio Clube

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Entre os dias 26 a 28 de setembro acontece nas piscinas do Rádio Clube, em Campo Grande, o Torneio Centro-Oeste de Clubes Infantil a Sênior 2º semestre de 2019. São mais de 300 atletas inscritos para participar das 224 provas na piscina de 25m. Participam do evento nadadores de 22 clubes sendo 6 de Mato Grosso do Sul, 6 de Mato Grosso, 5 de Goiás, 4 do Distrito Federal e 1 do Rio de Janeiro.

Campo Grande sediou o Torneio na gestão passada, mas desde o início de 2019, Marcello Vargas Tiago (presidente) e Ana Grace Cesar Gomes (vice) assumiram a direção da FEDAMS. A nova diretora comanda a entidade até 2022.

Além da participação de atletas de todo o Centro-Oeste, o torneio é uma importante etapa para competições maiores. “É uma das competições que serve de preparativo para o pessoal conseguir índices para o Campeonato Brasileiro”, disse Marcelo Vargas.

Representarão o Estado, 102 atletas de 3 clubes de Campo Grande (Associação Atlética Banco do Brasil/Uniderp, FUNLEC e Rádio Clube); e de Corumbá (Fundação de Esportes de Corumbá- FUNEC/Corumbá), Jardim (Associação de Pais e Amigos da Cia. Atlética de Jadim- APANJ)  e Maracaju (Associação Aquática Maracajuense).

A disputa nas raias abrange as categorias Infantil (13 e 14 anos), Juvenil (15 e 16 anos), Júnior (17 a 19 anos) e Sênior (acima de 20 anos) nas modalidades nado costa, peito, borboleta, livre e medley (abrange os 4 estilos).

A realização do evento é da Federação de Desportos Aquáticos de Mato Grosso do Sul (FEDAMS), da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA) com apoio da Fundesporte, Funesp, Rádio Clube, Unigran e Sanesul.

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