Maior Torneio da Região

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O Torneio Centro-Oeste de Natação é a maior competição da região para técnicos e atletas. Mais de 300 competidores disputam as medalhas nas piscinas do Rádio Clube. Das 224 provas, 99 haviam sido concluídas e 28 recordes foram quebrados. Até o último dia mais tempos serão quebrados. 

O grupo do Clube Aquanaii ,do Distrito Federal, veio com a meta de ficar entre os três melhores clubes. O técnico, Antônio Henrique Barbosa, está com a nova equipe há cinco anos. “Esse é o principal torneio de equipe e a competição trabalha todo o grupo para representar da melhor forma o nosso time”, destaca. 

O Torneio é considerado estratégico por ficar no meio de um ciclo de competições previstas ao longo do ano. “Nos nossos ciclos a gente prepara os nossos atletas para os campeonatos brasileiros, os campeonatos internacionais então é uma competição muito estratégica dentro do nosso planejamento”. 

 São 23 atletas e alguns vieram para conseguir o índice técnico obrigatório para participação do Campeonato Brasileiro. Para o técnico da FUNEC, de Corumbá, Antônio Gomes, conseguir o índice é fruto do trabalho desenvolvido ao longo do ano. “É uma consequência em relação aos treinamentos, se tá treinando bem ele sempre fica naquela expectativa de conseguir o índice”, explica. 

Para o treinador, também é uma competição de alto nível.  “É uma competição que pede muito do atleta, são batidos vários recordes e exige um pouco mais”, disse o comandante da FUNEC, que veio para Campo Grande com 4 atletas. 

Ana Clara Higa, técnica da equipe da Funlec há 15 anos, começou com a turma mirim e há 10 anos ingressou no treinamento das outras categorias. Uma das poucas mulheres treinadoras do meio, ela acredita que o diferencial de ser uma escola, influencia pouco nos resultados, devido ao empenho dos atletas. “A gente se dedica, está sempre estudando, a gente como escola é diferente de um clube. Os grandes clubes tem treino de madrugada treina dois períodos, a ajuda é diferente, a gente é uma escola e como escola estamos hiper bem”, argumenta. 

 Dos 10 atletas, 8 são iniciantes e participam pela primeira vez de uma grande competição. O fato de ser uma das poucas treinadoras do meio não incomoda Ana Carla.  “Sempre tem alguém (aluno) despontando e eu como mulher a gente gosta do que faz, começa desde a escolinha, põe o guri pra começar a competir e eles vão continuando, isso é lindo. Eu gosto, a gente tá sempre no meio. Esse ano no Congresso só tinha eu de mulher, mas tranquilo, vamos indo”, comenta. 

Para Dênis Diniz, treinador da Univangélica, de Anápolis (GO), uma das metas nesse segundo semestre é conseguir colocar a equipe no pódio. “É uma competição muito importante da qual os atletas vêm motivados. A nossa equipe foi campeã por 6 vezes, esse ano estamos aqui tentando ver se a gente consegue o título e o objetivo é esse”, define.

Dos 40 atletas participantes, muitos já conseguiram o índice para participar do Campeonato Brasileiro e as provas servirão como índice de avaliação. “O aperfeiçoamento de detalhes de virada, de saída e continuidade de condicionamento”, finaliza. 

 

 

 

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